Ela esperou congelada, sem conta de quantos invernos se passaram.
Sentindo sua alma vagar sozinha, fazendo do vento seu manto da noite.
Ao esperar congelada, enterrou o sentido de tudo e fez de sua solidão o mais forte escudo.
De Princesa da Luz, para Rainha das Trevas.
Daquele que amava, ela manteve-se perto. Mas precisou deixá-lo partir.
E se pergunta em noites escuras, se vai preencher o deserto. Que por ele a fez fugir.
Prometeu vingança, ao ver o sangue dele no chão.
Precisou sufocar a esperança, de escutar dele o pulsa do coração.
Beijou-lhe seus frios lábios, e pelo pranto de seus olhos escorria, que a fez permanecer eternamente fria. - Be Lestrange

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